Veja o que mulher presa nua em praia após matar o pai disse em depoimento

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Suspeita, de 41 anos, foi encontrada nua na orla de praia de Itanhaém e confessou o crime.; ela alegou histórico de abusos

A GCM (Guarda Civil Municipal) foi acionada por moradores que encontraram a mulher em “estado de incoerência” na faixa de areia da praia. Levada à delegacia, a mulher alegou ter sofrido abusos e estar sob forte estresse.

No interrogatório, ela detalhou um histórico complexo e perturbador com seu pai. Durante seu depoimento, ela confessou ter esfaqueado o pai na região abdominal, causando sua morte.

Ela afirmou aos agente que ele teria praticado “diversos abusos sexuais” contra ela e que ele a “prostituía”. Contudo, no depoimento oficial, ela relatou “não se lembrar” de ter sido abusada sexualmente pelo pai.

A mulher ainda mencionou que havia vídeos de “teor sexual” e referentes à “exploração sexual” por parte do pai, que estariam armazenados em um pendrive, dois HDs externos e um computador apreendidos pela polícia.

Ela também mencionou ter um “trauma na região genital”, que foram constatados pelo atendimento médico. No depoimento, ela disse que “tentou se ferir” ao introduzir um pente no próprio órgão genital.

A suspeita relatou que sua rotina era difícil, principalmente com o excesso de tarefas que acarretaram em altos níveis de estresse. Ela disse que o pai tinha problemas de saúde como “pressão e diabetes” e que ela administrava os medicamentos dele.

Segundo depoimento à polícia, ao qual a CNN teve acesso, em um primeiro momento a designer têxtil relatou que desde pequena sofria abusos por parte do pai e que ele a prostituía. Depois, em outro depoimento, ela disse não se lembrar se havia sofrido abusos, mas manteve a informação de que se prostituía por influência do pai.

A mulher também afirmou que em um tablet, dois HDs, dois pen-drives e em um computador, que estavam em seu apartamento, havia vídeos de teor sexual referentes à exploração sexual por parte dele.

A suspeita recebeu atendimento médico e foi encaminhada para a Delegacia de Itanhaém, onde permaneceu presa por homicídio e segue à disposição da Justiça.

*Sob supervisão de Carolina Figueiredo 

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