Um vereador de Presidente Figueiredo, atual presidente da Câmara Municipal, foi acusado em um vazamento de conversas de áudio, fotos e documentos de supostos crimes de estupro de vulnerável, suborno, coação para aborto e ameaças armadas. O parlamentar não se pronunciou até o fechamento da reportagem.
A gravidez e o plano de abafamento (segundo as acusações)
De acordo com os documentos vazados, uma adolescente de 16 anos teria engravidado do vereador. Um teste de farmácia e um exame laboratorial de Beta HCG, datado de 7 de novembro de 2025, confirmaram o resultado positivo.
Veja vídeo:
Em mensagens de WhatsApp atribuídas ao parlamentar, ele teria confessado o ato e traçado um plano para conter a crise: “Mano eu engravidei uma menina preciso que você converse com o pai dela (…) vou dar um ponta pra eles ir até a poeira baixar”.



O suposto pacto para aborto
Ainda segundo as mensagens, o vereador teria proposto à adolescente que fizesse um aborto. “Vou conversar com ela mesmo pra propor pra ela tirar. Vou conversar com o irmão dela pra convencê-la a fazer isso. Nem que nós gaste um dinheiro a mais”, diz uma das mensagens atribuídas a ele.

Capturas de tela mostram uma conta bancária com saldo superior a R$ 16 mil e maços de dinheiro em espécie. A adolescente teria recebido valores para ficar “guardada” em casa.




Intimidação e ameaças
Após o suposto aborto, a adolescente teria sido abandonada e o acordo de silêncio quebrado. Ao cobrar o que foi prometido, ela teria recebido como resposta a foto de uma pistola, enviada por um assessor do vereador, acompanhada da frase: “Mano vou dar um jeito”.

Outro lado
A reportagem tentou contato com o vereador e sua assessoria, mas não obteve retorno até a publicação. O espaço permanece aberto para manifestação.
📍 Fonte: CM7 Brasil






