Gil do Vigor alerta sobre dívidas indevidas após falência do Banco Master e Will Bank

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O economista e influenciador Gil do Vigor usou suas redes sociais para alertar clientes sobre problemas que têm afetado correntistas do Banco Master e do Will Bank. Segundo ele, pessoas estão tendo seus nomes incluídos em cadastros de inadimplentes, mesmo sem dever nada, devido à falência dessas instituições financeiras.

Em seu vídeo, Gil explica que muitos clientes podem ser surpreendidos ao tentar fazer compras ou contratar serviços financeiros. Com o encerramento das operações do Master e do Will Bank, as dívidas foram transferidas legalmente para o Banco de Brasília (BRB). No entanto, houve falhas na atualização de registros e na transferência de informações, o que tem gerado transtornos para clientes que já haviam quitado seus empréstimos ou mantido suas contas regularizadas.

Segundo o influenciador, o problema afeta cerca de 40 mil pessoas. Ele orienta que os clientes verifiquem diretamente no site do Banco Central se existem débitos que não reconhecem e evitem clicar em links de terceiros, que podem ser golpes.

“Outra coisa, cuidado com links falsos. Hoje em dia, o pessoal está pegando todo tipo de vídeo e enviando links falsos para aplicar golpes em vocês”, alertou.

Caso o consumidor identifique uma dívida indevida, o procedimento correto é abrir uma contestação junto às instituições competentes para regularizar o nome e evitar problemas futuros.

Vídeo publicado nas Redes Sociais – Foto: (Reprodução/Instagram @gildovigor)

Erros no repasse de dívidas

O influenciador reforçou que a situação não decorre de falta de pagamento, mas de falhas na transferência de informações do Master e do Will Bank para o BRB.

Entenda a situação dos bancos

Banco Master enfrentava uma grave crise financeira antes de ser liquidado pelo Banco Central. Segundo Ailton Aquino, diretor de Fiscalização do BC, o banco tinha apenas R$ 4 milhões em caixa, mesmo possuindo R$ 80 bilhões em ativos. Ou seja, não tinha dinheiro suficiente para manter suas operações normalmente.

fintech Will Bank, ligada ao Master, também enfrentava problemas de funcionamento e de pagamento, o que agravou a crise. O Banco Central acompanhava a situação, mas a falta de recursos tornou a liquidação extrajudicial inevitável.

Banco Central informou que continuará tomando todas as medidas necessárias para apurar responsabilidades, podendo aplicar multas e outras sanções e comunicar as autoridades competentes. Por lei, os bens dos controladores e ex-administradores das instituições continuam bloqueados.

Fonte: Portal Rios

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