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Professores e pedagogos da rede municipal de ensino realizaram uma manifestação na Câmara Municipal de Manaus (CMM) nesta segunda-feira (25). Eles cobram apoio dos vereadores para intermediar uma reunião com o prefeito Renato Junior e reabrir as negociações da data-base de 2026.
A categoria rejeita a proposta de reajuste salarial de 4,14% (recomposição inflacionária pelo IPCA) e reivindica aumento de 12%, alegando que há condições orçamentárias para o percentual sem comprometer a Lei de Responsabilidade Fiscal.
A professora Helma Sampaio, representante da Asprom Sindical, afirmou que o movimento foi pacífico e buscou aproximação com parlamentares para pressionar o Executivo municipal.
“O prefeito ofereceu para a categoria um reajuste salarial de 4,14%, o que, na nossa visão, é uma vergonha. Nós estamos solicitando e reivindicando 12% de reajuste salarial”, declarou.
Segundo ela, estudos técnicos apontariam capacidade financeira da Secretaria Municipal de Educação (Semed) para conceder reajuste acima da inflação.
Já o vereador Gilmar Nascimento (presidente da CCJR) afirmou que o índice de 4,14% corresponde apenas à proteção contra perdas inflacionárias, sem representar ganho real.
“A Constituição fala em proteção da remuneração contra a inflação, não em aumento real”, explicou.
O vereador negou que a presença dos professores tenha provocado a suspensão da sessão legislativa e classificou a manifestação como legítima.
📍 Fonte: Portal AM1






