Moradores relatam vultos e choros em terreno onde filho enterrou pai de cabeça para baixo em Manaus

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A descoberta do corpo de um policial militar aposentado enterrado em uma cacimba no bairro Nova Esperança, zona Oeste de Manaus, passou a provocar ainda mais repercussão após moradores relatarem acontecimentos considerados assustadores na área onde o cadáver foi encontrado. ()

Moradores relatam sons e vultos durante madrugadas

Segundo relatos de vizinhos da Rua Álvaro Pérez, o terreno abandonado onde o corpo estava ocultado já era conhecido há anos por causar medo entre moradores da região.

Pessoas que vivem próximas ao local afirmam que frequentemente ouviam choros, sussurros e barulhos estranhos vindos da área durante a madrugada. Outros moradores também relataram ter visto vultos próximos aos escombros e ao matagal existente no terreno.

Corpo estava enterrado desde 2019

As investigações apontam que o corpo do policial militar aposentado estava escondido no local desde 2019.

De acordo com as informações divulgadas pela polícia, o próprio filho teria confessado o crime e indicado onde o cadáver havia sido enterrado, de cabeça para baixo, coberto por pedras dentro de uma estrutura profunda semelhante a uma cacimba.

Área virou motivo de medo na comunidade

Moradores afirmam que o terreno era evitado principalmente durante a noite devido à sensação de medo causada pelo ambiente abandonado.

Segundo relatos, muitas famílias evitavam passar pelo local após as 22h por conta da fama de “mal-assombrado” que se espalhou na comunidade ao longo dos anos.

Corpo foi localizado após confissão

Equipes do Corpo de Bombeiros e da Polícia Civil realizaram trabalhos de escavação para retirada dos restos mortais encontrados no terreno.

A revelação do caso gerou forte repercussão nas redes sociais e aumentou ainda mais a curiosidade de moradores sobre os relatos envolvendo o local.

Caso segue sob investigação

As autoridades continuam investigando as circunstâncias do crime e os detalhes relacionados à ocultação do corpo.

O caso também reacendeu debates nas redes sociais sobre violência familiar e crimes envolvendo ocultação de cadáver em Manaus.

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