Bumbá azul e branco apresentou o ato “O Brinquedo do Povo Canta: Parintins – O Chão de Origem”
Parintins (AM) – O Boi Caprichoso abriu a primeira noite do 59º Festival de Parintins nesta sexta-feira (26), apresentando o ato “O Brinquedo do Povo Canta: Parintins – O Chão de Origem” , primeira narrativa do projeto artístico “Brinquedo que Canta Seu Chão” .
No Bumbódromo, o boi azul e branco exaltou a memória, a ancestralidade e as raízes culturais que formam a identidade parintinense.
O espetáculo
A primeira noite correspondeu ao ato “O Brinquedo do Povo Canta Parintins” , que apresenta a cidade como território de memória, pertencimento, ancestralidade e construção cultural. A proposta do espetáculo parte da relação do boi com a Ilha Tupinambarana, seus moradores e os povos que formaram a identidade parintinense.

Declaração do apresentador
Antes da entrada do boi na arena, o apresentador oficial do Caprichoso, Edmundo Oran , falou sobre o trabalho desenvolvido pelos artistas e pelo Conselho de Artes ao longo dos últimos meses:
“Caprichoso vem lindo, vem audacioso, vem grandioso, e vem padrão Caprichoso. Nós trabalhamos durante meses nesse projeto, junto com o Conselho de Artes, junto aos artistas, e vamos só executar tudo que foi ensaiado, trabalhado e planejado.”

Destaques da noite
Entre os momentos de maior destaque da apresentação esteve a evolução da Sinhazinha da Fazenda, Valentina Cid , que surgiu em um praticável com efeito de suspensão no ar, levando o público ao delírio.
Outro momento de emoção foi a participação de Rei Azevedo na arena. Um dos maiores nomes da história do Caprichoso, o cantor e compositor voltou a versar pelo boi azul e branco, relembrando sua trajetória como Amo do Boi e emocionando torcedores de diferentes gerações.
Rei Azevedo revolucionou o item ao introduzir o berrante nas apresentações e ficou marcado pelos versos e desafios que se tornaram uma das características do Caprichoso. O artista defendeu o item oficial de Amo do Boi em dois períodos: entre 1984 e 1998 e, posteriormente, de 2000 a 2003.
Torcida azulada
Na arquibancada, a expectativa tomou conta da galera azul e branca. A gerente de vendas Suelen Oliveira, de 38 anos , participou pela segunda vez da galera do Caprichoso:
“É a segunda vez que eu venho na galera do meu boi. É um sentimento que eu não sei explicar, é uma emoção indescritível participar. A galera do Caprichoso se supera a cada ano.”
Frequentadora do festival há mais de 30 anos, a gerente administrativa Jeanne Elamid afirmou que a emoção se renova a cada apresentação do Caprichoso.
Fontes e imagens: Cm7






