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07/03/2026

Manaus recebe encontro internacional sobre inovação e regeneração na Amazônia

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Manaus sedia nesta quarta-feira (25) o “Encontro Internacional de Lideranças e Organizações Regenerativas na Amazônia”, evento que reúne pesquisadores, executivos e especialistas nacionais e internacionais para debater ciência, inovação e transformação organizacional. A programação ocorre até as 13h15 no auditório da Escola Superior de Tecnologia (EST), vinculada à Universidade do Estado do Amazonas (UEA).

A proposta do encontro é conectar pensamento acadêmico de ponta com práticas corporativas voltadas à regeneração ambiental e ao desenvolvimento sustentável. A iniciativa busca posicionar a Amazônia como centro estratégico das discussões sobre o futuro das organizações e o papel da ciência na construção de uma nova economia.

AMAZÔNIA NO CENTRO DA AGENDA GLOBAL

O debate aborda temas como bioeconomia, circularidade, ESG e inovação tecnológica, defendendo uma mudança de mentalidade nas empresas diante da urgência climática. Para os organizadores, a integração entre conhecimento científico e liderança consciente é essencial para impulsionar modelos produtivos que gerem impacto positivo.

O presidente da Associação Brasileira dos Profissionais pelo Desenvolvimento Sustentável (ABRAPS), Marcus Nakagawa, destaca que a regeneração depende da convergência entre ciência, inovação e liderança humana, especialmente em um cenário de alta complexidade ambiental e social.

CONEXÃO ENTRE SABER GLOBAL E REALIDADE LOCAL

Entre os destaques da programação está a participação da keynote speaker Dra. Oana Branzei, da Ivey Business School, além de representantes do Massachusetts Institute of Technology (MIT), da FIA Business School, da própria UEA, da EMBRAPII e do Instituto de Conservação e Desenvolvimento Sustentável da Amazônia (IDESAM).

Realizado pela Soul ESGS e pela ABRAPS, o encontro reúne ainda pesquisadores e lideranças de instituições como USP, ESPM e FEI, consolidando uma rede multi-institucional voltada à promoção de uma economia de impacto real.

Segundo os organizadores, a iniciativa reforça o protagonismo da Amazônia como espaço de articulação entre ciência, inovação e responsabilidade socioambiental, apontando caminhos para organizações mais resilientes e regenerativas. 

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