Policiais da Delegacia Especializada de Polícia (DEP) de Manacapuru, Região Metropolitana de Manaus, prenderam um ex-caseiro de 68 anos por estupro de vulnerável contra uma criança de 9 anos.
O crime foi praticado no dia 26 de dezembro de 2025, nas proximidades do Lago do Miriti, zona rural do município. Diante de tantas provas, o homem confessou os abusos sexuais.
O delegado Paulo Magvinier, diretor do DPI, afirmou que essa é mais uma resposta positiva que ocorre por meio de denúncias realizadas pela população no combate ao abuso sexual de crianças e adolescentes no interior do Estado.
“Nós temos os principais canais de denúncias, como o número 197, da PC-AM, e o 181, da Secretaria de Estado de Segurança Pública (SSP-AM), que nos levam até essas áreas de difícil acesso, como foi o caso desse abusador que foi preso por esse tipo de crime que é tão absurdo”, informou o diretor do DPI.
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De acordo com o delegado John Castilho, as diligências iniciaram após a mãe da menina denunciar o caso, assim que soube do fato pela própria vítima.
“O autor trabalhava como caseiro do sítio da avó falecida da criança. Ele havia ido ao local para buscar alguns pertences e pediu um abraço à vítima. Diante da recusa, o suspeito a empurrou contra a parede e passou a beijá-la à força, praticando atos libidinosos contra ela”, relatou o delegado.
Em um primeiro momento, a vítima conseguiu fugir do abusador, mas teve medo de contar para sua mãe sobre o ocorrido. Permanecendo no sítio por mais algumas horas, o homem voltou a praticar a ação contra a criança.
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“A pedido da genitora, que desconhecia os fatos, a criança precisou ir até o ex-caseiro para pedir ajuda, pois não sabia manusear a bomba d’água da residência. Nesse momento, ele praticou o crime novamente e a criança relatou o ocorrido à mãe”, disse.
Foi representado ao Poder Judiciário pela prisão preventiva do indivíduo, tendo a ordem judicial sido devidamente decretada no ramal Lago do Miriti, zona rural de Manacapuru.
O homem responderá pelo crime de estupro de vulnerável e ficará à disposição da Justiça.
Fonte: Portal do Zacarias






