Na tarde da sexta-feira, 20 de fevereiro de 2026, a comunidade acadêmica, política e social do Amazonas foi surpreendida por notícias graves sobre Angela Neves Bulbol de Lima, uma figura pública respeitada, ex-secretária estadual e professora da Universidade Federal do Amazonas (UFAM). Os primeiros relatos indicaram que ela havia sido vítima de um grave atropelamento dentro do condomínio onde residia, no Ephygênio Salles, situado na Zona Centro-Sul de Manaus (AM).
Desde então, o caso passou por fases de informação confusa, desencontros de relatos, falas não oficiais e até notícias falsas sobre o estado de saúde da ex-gestora, gerando comoção pública e grande repercussão em redes sociais e veículos de comunicação. A seguir, um panorama completo dos fatos, atualizações e as principais questões ainda em aberto.
Quem é Angela Bulbol? Contexto de Vida e Carreira
Angela Bulbol era amplamente conhecida no meio acadêmico e gestora pública no Amazonas. Em sua trajetória profissional, ela se destacou por:
- Ter sido secretária de Administração e Gestão do Estado do Amazonas durante a gestão de Amazonino Mendes entre 2017 e 2018;
- Ser pró-reitoria de Administração e Finanças da UFAM, além de atuar como professora universitária e pesquisadora nas áreas de administração, marketing, compliance e desenvolvimento regional;
- Ter construído uma carreira sólida na academia e na gestão pública, sendo reconhecida por colegas, alunos e autoridades;
- Nos últimos anos, também dedicar-se à literatura, tendo publicado a obra Autobiografia Criativa, juntando experiências de vida, reflexões e contribuições profissionais.
Isso fazia de Angela uma figura respeitada e com ampla rede de relacionamentos tanto no meio educacional quanto no setor público.
O Acidente: O que Aconteceu Dentro do Condomínio
De acordo com relatos de moradores e os primeiros boletins divulgados pelos portais de notícias, o atropelamento ocorreu por volta das 15h ou 17h da tarde de sexta-feira (20), nas dependências do Condomínio Ephygênio Salles, um residencial de alto padrão localizado na zona Centro-Sul de Manaus.

As primeiras informações apontam que:
- Angela teria sido atingida por um veículo enquanto caminhava pelas ruas internas do condomínio;
- O impacto do atropelamento provocou uma queda violenta, com consequente trauma craniano grave e ferimentos que colocaram sua vida em risco;
- Moradores acionaram imediatamente o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU), que prestou os primeiros cuidados ainda no local e a encaminhou às pressas ao Hospital e Pronto-Socorro João Lúcio, localizado na zona Leste da cidade;
- As circunstâncias exatas do acidente — como velocidade do veículo, responsabilidade da motorista, condições da via no interior do condomínio e se havia sinais de negligência ou imprudência — ainda estão sendo investigadas pelas autoridades competentes.
Confusão de Informações: Fake News e Versões Contraditórias
Nas horas seguintes ao atropelamento, surgiram diversas versões conflitantes sobre o quadro de saúde de Angela:
- Alguns veículos publicaram que a ex-gestora havia sofrido morte encefálica e, posteriormente, que havia morrido após o acidente;
- Relatos com base em fontes hospitalares chegaram a afirmar oficialmente que sua morte cerebral já estava confirmada, indicando que ela “não resistiu aos ferimentos”;
- Porém, a família de Angela divulgou notas oficiais desmentindo as versões de morte encefálica ou falecimento imediato, informando que ela seguia internada, lutando pela vida e sob cuidados médicos intensivos.
Essa discrepância entre as versões gerou ainda mais comoção, incompreensões nas redes sociais e a circulação de informações falsas ou sem confirmação oficial, o que levou a família a se manifestar publicamente para corrigir os rumores.
A circulação de notícias incorretas sobre o estado de saúde de Angela ilustra um fenômeno contemporâneo: a rapidez com que versões não verificadas se espalham, causando sofrimento adicional à família e aos amigos da vítima.
Estado Atual e Posição da Família

Após o atropelamento, a família emitiu nota oficial negando as afirmações de morte encefálica e confirmando que Angela seguia internada, em um quadro delicado mas não confirmado como fatal naquele momento.
Essa declaração reforça que, apesar dos relatos de morte cerebral em alguns portais, a versão oficial permanece a de que sua condição era crítica e próxima de confirmação médica, mas que ainda não havia declarado o óbito de maneira formal à imprensa no momento da nota familiar.






